Juventude

Conquistar um emprego e melhorar sua formação são dois desafios naturais da juventude. O jovem é um ator estratégico do desenvolvimento de uma nação. Mas ainda estão longe de ser valorizados.  A taxa de desemprego para brasileiros de 15 a 24 anos é 3,5 vezes maior do que a dos adultos, de acordo com pesquisa divulgada em maio de 2008 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os dados mostram que o Brasil tem a maior proporção de jovens desempregados em uma análise que inclui Argentina, México, Alemanha, Espanha, Itália, França, Grã-Bretanha, Suécia e Estados Unidos.
 
Há muito a ser feito. As políticas públicas que encaram os jovens como sujeitos de direitos devem prever ações voltadas à educação, saúde, combate à violência e qualificação profissional. Essa última, em especial, está diretamente direcionada à transição para a vida adulta e à contribuição do indivíduo para o desenvolvimento do país.
 
O grupo também registra as maiores taxas de informalidade (58%) e recebe menores níveis de rendimento em relação a adultos menos qualificados.
 
Mesmo com uma parcela substancial vivendo em situação considerada de risco, os jovens brasileiros são os mais otimistas do mundo. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup em 132 países apontou que os brasileiros de 15 a 29 anos de idade têm mais esperança de felicidade do que qualquer outro do mundo.
 
Eis um argumento mais do que convincente para um dos focos de atuação social do Instituto Camargo Corrêa ser o empreendedorismo e a geração de renda para jovens de 16 a 24 anos. O programa Futuro Ideal trabalha para concretizar esta esperança.
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